MEU CORPO É UM TEMPLO
Na face lisa do espelho uma página em branco, onde a mão descobre um meio de profanar o que é santo, escrevendo em linhas tortas – pelas janelas e portas, pelas paredes e cantos – histórias e devaneios de um templo que não tem tempo, de um corpo que já foi tanto.
Escrito por marcelo às 15h35
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