UM LOUCO Trazia um cravo morto na lapela - o terno risca de giz roído de traça e tempo: dileto cavalheiro das ruas e avenidas, das praças e passeios, marquises e vitrines. Aos risos e olhares debochados respondia: faço versos. E era a poesia sua mais lúcida loucura.
marcelo d´ávila
Escrito por marcelo às 12h58
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